A festa de 15 anos da filha era para ter sido inesquecível para a advogada Cristina Torres e não foi. A atração mais aguardada para o evento no Copacabana Palace, no dia 30 de novembro do ano passado, simplesmente não apareceu: Nego do Borel . “Entramos em contato com a empresa ‘Contrate Artistas’ três meses antes da festa e fechamos um contrato com ‘NB Produções’. Na hora da assinatura pagamos a metade dos R$ 60 mil de cachê pedido”, conta Cristina.

Dez dias antes do evento, segundo ela, o restante do valor foi pago e todas as exigências de Nego como 14 toalhas pretas, dois camarins montados com o buffet do próprio badalado hotel e a montagem do palco, que já estavam prontos resultando em um gasto extra de mais R$ 30 mil.

“Tivemos um prejuízo de R$ 90 mil, mas a vergonha que passamos não tem preço. Estava previsto para ele cantar às duas da madrugada e uma hora depois do horário previsto, nada dele aparecer. Bateu o desespero e eu fiquei na porta esperando, ligando para todo mundo até que um homem que se apresentou como Dentinho, produtor do Nego do Borel, chegou avisando que ele estava em São Paulo e não iria se apresentar. Foi um choque”.

Até hoje Cristina não sabe o que aconteceu nem recebeu um pedido de desculpas do cantor. Decidiu entrar na Justiça para reaver os valores gastos com o cantor, mas quer também mostrar a falta de profissionalismo do funkeiro. “Foi inadmissível o que ele fez”.

IG.COM

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