Tudo caminha para que o pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) fique sem palanque competitivo em Alagoas.
As negociações para unir os grupos dos deputados federais Alfredo Gaspar (PL), Arthur Lira (PP/UB) e do ex-prefeito de Maceió, JHC (PSDB), continuam suspensas por falta de entendimento.
Para um candidato a presidente, ter um palanque estadual competitivo – com nomes ao governo e ao Senado – é peça importante da estratégia eleitoral.
Hoje, os bolsonaristas locais estão em pré-campanha, mas cada um cuidando de sua própria vida política.
Sem um nome forte ao governo, a disputa tende a ficar mais difícil para os candidatos ligados ao bolsonarismo no estado.
Mas o problema não é só local. Há dificuldades de transformar apoios em engajamento efetivo em todo o Nordeste, região onde Lula tem sua maior vantagem sobre Flávio Bolsonaro nos dois turnos.
Pesquisa Quaest deste mês mostra que, no primeiro turno, Lula tem 39% das intenções de voto no país, contra 29% de Flávio Bolsonaro.
No Nordeste, a diferença aumenta: o petista aparece com 54%, enquanto o senador soma 25%.
Em um eventual segundo turno, Lula marca 44% no Brasil, ante 38% de Flávio Bolsonaro. No Nordeste, porém, a vantagem aumenta: 61% a 27%.
CADA MINUTO
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