Que bebida alcoólica e direção não combinam, todos sabem. Entretanto, alguns ainda insistem em ignorar os perigos para a vida provocados por esta combinação. Pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde Dados demonstra que 5,3% dos motoristas das capitais brasileiras afirmam que conduziram veículos após o consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica.

As capitais com maior proporção são: Palmas (14,2%); Teresina (12,4%); Florianópolis (12,1%); Cuiabá (9,9%) e Boa Vista (9,3%). Já as com menores prevalências estão: Recife (2,2%); Rio de Janeiro (2,9%); Vitória (3,2%); Salvador (3,6%) e Natal (

A proporção de adultos que informaram que conduziram veículos motorizados após o consumo de bebida alcoólica é maior entre homens (9,3%) do que mulheres (2%). Além disso, a associação entre consumo de álcool e direção ocorreu principalmente em indivíduos de maior escolaridade (8,6%) e com idade entre 25 e 34 anos (7,9%).

Mortes

Acidentes de trânsito são a segunda maior causa de mortes externas no país. Ainda de acordo com dados do Ministério da Saúde, 35,4 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito e 182.838 foram internadas em 2017. Outro dado relevante: os gastos com as internações foram de R$260,8 milhões.

Riscos

Substância psicoativa, o álcool funciona como um depressor do sistema nervoso central. Ele produz diversos efeitos no organismo, atingindo assim órgãos variados.

Logo nas primeiras doses, o álcool atua como um estimulante e já afeta as capacidades de julgamento do motorista. Na sequência, as habilidades motoras e o tempo de reação também são atingidas. A substância provoca ainda sonolência e possíveis desmaios.

Estadão
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