O grupo liderado por JHC (PSDB) entra na reta inicial da campanha eleitoral com o desafio de recuperar o tempo perdido durante as indefinições do período pré-eleitoral. A avaliação é de que as divergências internas, principalmente entre JHC e Arthur Lira, permitiram que a chapa de Renan Filho avançasse na articulação política pelo interior de Alagoas.
Com campanhas majoritárias e proporcionais já em andamento, Arthur Lira voltou a pedir apoio a JHC e tenta reaproximar lideranças que haviam se afastado do grupo.
Renan aumenta tom das críticas
Durante ato político em São Luís do Quitunde, Renan Filho elevou as críticas ao adversário e ironizou a utilização da sigla JHC. O candidato do MDB também questionou o posicionamento de JHC em relação à eleição presidencial e afirmou que o tucano evita declarar apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Renan ainda voltou a mencionar as mudanças de JHC em relação ao cargo que disputaria nas eleições deste ano.
Disputa proporcional preocupa aliados
A saída de Marina Candia da disputa proporcional para o Senado também trouxe impactos para a chapa do grupo. Sem um nome considerado capaz de puxar votos suficientes para garantir duas vagas na Câmara Federal, aliados demonstram preocupação com o desempenho da composição.
Entre os candidatos estão nomes como Kelmann Vieira, Chico Filho e Eduardo Canuto.
Com a mudança no cenário, Gilvan Barros aparece como uma das possibilidades para assumir maior protagonismo dentro do grupo.
Apoio presidencial vira novo impasse
Outro ponto ainda pendente é a definição sobre o palanque presidencial. A possível composição entre Federação União Progressista, PSDB e PL deverá colocar os candidatos do grupo diante da necessidade de declarar se apoiarão a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.
A definição pode provocar novos alinhamentos dentro da chapa e influenciar a estratégia dos candidatos durante a campanha em Alagoas.
POR: POLÍTICA ALAGOANA
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