A pesquisa “Hipotireoidismo em Foco”, idealizada pela farmacêutica Sanofi e desenvolvida pela Instituto Minds4Health, levantou dados de pacientes com a doença que ainda não a compreendem.

O estudo foi realizado com 200 pacientes. Entre as pessoas que foram diagnosticadas, 35% não sabem o que é hipotireoidismo, apenas ouviram falar. Além disso, um terço dessa população diz nunca ter feito o exame TSH – que detecta os distúrbios da tireoide.

A falta de informação sobre a doença pode impactar na vida dos pacientes. Segundo a pesquisa, 25% dos indivíduos diagnosticados com hipotireoidismo não fazem o tratamento da forma adequada ou apenas não tratam. Em classes socioeconomicamente mais baixas, esse percentual chega a 45% na classe C e 50% nas classes D/E.

“A falta de informações sobre o hipotireoidismo e a ausência de diálogo com o médico faz com que os pacientes subestimem a doença e tenham dificuldades, principalmente, na aderência ao tratamento”, afirma José Sgarbi, Presidente do Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). “A maioria das pessoas desconhece não apenas o hipotireoidismo, mas também as consequências de não realizar o tratamento adequadamente, isso faz com que não se preocupem em utilizar a medicação da forma correta ou, por vezes, nem iniciam a terapia”, completa.
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O que é hipotireoidismo?

O hipotireoidismo é um problema no qual a glândula da tireoide não produz hormônios suficientes para a necessidade do organismo. Saiba os sintomas, tratamentos e causas da doença, clicando aqui!

por taboola
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Menino cria dispositivo para salvar bebês esquecidos no carro
MINHA VIDA MINHA VIDA 07/06/2019 – 14:53

Em 2016, o pequeno Fern Thedford, de apenas 6 meses, morreu pois foi esquecido no carro de seus pais em frente a sua casa. Pensando em evitar que estas distrações sejam fatais, Bishop, um menino norte-americano de 11 anos e vizinho de Fern, criou um dispositivo que sopra ar no rosto dos bebês caso identifique que elas estão sozinhas dentro do carro.

A invenção foi batizada de Oasis, e fica acoplada no banco do carro. Além de salvar a criança do calor, aciona as autoridades e o celular dos pais.

O pai de Bishop é engenheiro na Toyota, e a empresa se impressionou com a ideia. Por isso, ele foi enviado para uma feira para apresentar a invenção em outro estado. Para que a invenção se torne um produto, o menino está arrecadando dinheiro em uma vaquinha virtual. Foram pedidos 30 mil dólares, mas já chegou a arrecadar $46 mil.

Por que o calor do carro pode ser fatal para o bebê?

Segundo o pediatra Sylvio Renan, a verdade é que os bebês não sentem mais frio que nós adultos ou crianças um pouco mais velhas. A temperatura normal do corpo humano é de 35,5ºC a 37,5ºC, e em bebês também.

“A grande diferença é que o bebê ainda não tem controle total da manutenção das temperaturas (calor e frio) e, quando o ambiente está muito quente, ele não consegue se resfriar até manter sua temperatura normal. Portanto, os pais devem prestar muita atenção na hora de vestir seus filhos”, explica, em artigo ao Minha Vida.
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Cantor Serguei morre aos 85 anos
MINHA VIDA MINHA VIDA 07/06/2019 – 13:38

O cantor Serguei, 85 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (07), no Hospital Zilda Arns, em Volta Redonda, no Rio de Janeiro, onde estava internado desde o fim de maio. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Ele havia sido internado no mês passado no Hospital de Saquarema com desidratação, desnutrição e infecção urinária. No final de maio, Serguei foi transferido para o Hospital Zilda Arns após apresentar arritmia severa e insuficiência respiratória aguda.

De acordo com os médicos, o cantor sofria com um quadro leve de Alzheimer. Além disso, eles afirmaram que o quadro do músico era delicado principalmente por causa da idade e de um histórico de doenças cardíacas.

Em nota, a Prefeitura de Saquarema lamenta, “com profundo pesar”, a morte do cantor, que morava no município. “O corpo do cantor será velado neste sábado, no plenário da Câmara Municipal de Saquarema, entre 08 e 11 da manhã, seguindo para o Cemitério de Saquarema”, disseram.
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A história da 1ª personal trainer com paralisia cerebral
MINHA VIDA MINHA VIDA 07/06/2019 – 09:37

Preguiça, desistência e autossabotagem parecem não fazer parte da vida de Steph Hammerman. Apesar dessas palavras serem constantes como desculpas para não praticar exercícios físicos, Steph não as adota – mesmo tendo limitações para se movimentar. A americana se consagra como a primeira personal trainer com paralisia cerebral do mundo.

Presente desde nascença à Steph, a paralisia cerebral é definida por desordens permanentes no desenvolvimento do cérebro, que afetam a postura e o movimento. Isso faz com que passe a maior parte do tempo de cadeira de rodas, mas não que deixe de treinar – mesmo com médicos pensando que ela nunca seria capaz nem de se comunicar ou se mexer.

“A palavra ‘deficiência’ já leva à conotação de ‘algo que você não pode fazer’. E eu realmente acredito que minhas habilidades superam os desafios da minha vida”, diz em entrevista à BBC News.

Em 2012, Steph aderiu ao crossfit para ganhar condicionamento físico. Dois anos depois (2014), se tornou a primeira treinadora com paralisia cerebral. “Eu realmente acredito que minhas habilidades superam totalmente os desafios da minha vida”, comenta.

Foi diagnosticada com câncer em 2016 e dedicou-se ao tratamento por sete semanas, o que fez a doença sumir. No ano seguinte, se tornou a primeira atleta profissional com paralisia cerebral a ser patrocinada pela marca esportiva Nike.

O sonho de ser treinadora se dá por acreditar que a profissão permite com que ela lide com diferentes pessoas todos os dias. Atualmente, Steph mantém sua própria academia de crossfit e, fazendo um trocadilho com o próprio sobrenome, é conhecida como “The Hammer” (“o martelo”, em tradução literal; o nome também faz referência a um filme em que o protagonista é um lutador surdo).

“Se você me vê e fica inspirado a fazer mudanças em sua rotina, então eu fiz meu trabalho: que é fazer diferença na vida das pessoas”, afirma a atleta.
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Aula de zumba melhora qualidade de vida, diz estudo
MINHA VIDA MINHA VIDA 06/06/2019 – 17:08

Você quer emagrecer, mas não gosta de musculação? Calma! Esta não é a única forma conquistar o corpo desejo. Uma excelente alternativa é a aula de zumba. O exercício mistura movimentos aeróbicos já conhecidos de quem faz atividade física com ritmos e coreografias latinas, como a salsa e o merengue.

Um recente estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Granada, na Espanha, descobriu que ir a três aulas de zumba por semana pode dar mais disposição às pessoas e aumentar a qualidade de vida. Eesse impacto positivo pode prolongar-se por dois meses. A pesquisa foi publicado no Health Education Journal.

Como foi feito o estudo

Para a análise, os cientistas selecionaram 60 pessoas sedentárias que tiveram participar de um curso de cinco semanas de zumba. Eles fizeram uma hora de aula, três vezes por semana.

O objetivo da investigação era determinar o impacto da rotina da aula de zumba sobre a qualidade de vida ao longo do tempo. Este conceito amplo foi dividido em: estado social, emocional, físico, dor corporal, funcionamento físico, vitalidade, saúde mental e saúde geral dos participantes.

Resultados

Os resultados mostraram que a aula de zumba melhorou a qualidade de vida para os participantes como um todo, especialmente em relação ao aspecto emocional. A influência positiva da dança permaneceu por dois meses após o término do experimento, com a maioria das dimensões acima dos níveis registrados no início.

O próximo passo dos pesquisadores é fazer um estudo mais amplo, com um número maior de voluntários e por um período superior.

Além disso, a zumba é um prato cheio para quem procura emagrecer: cada aula com duração de uma hora pode queimar até 1.000 calorias. Contudo, os resultados podem demorar mais ou menos dependendo do nível de intensidade com o qual o aluno faz as aulas e do preparo físico de cada um.

R7.COM

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